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Reunião semanal do Heart Team do Ana Nery discute casos complexos de pacientes

Foi realizada na manhã desta terça-feira, 19 de abril, mais uma reunião semanal do Heart Team (Time do Coração) do Hospital Ana Nery.

Formada por equipes de cirurgiões cardíacos, anestesistas, cardiologistas clínicos, hemodinamicistas, enfermagem especializada, engenharia clínica e direção médica, o Heart Team tem como foco discutir os casos mais complexos, nos quais a decisão de intervir de forma percutânea ou cirúrgica não está clara.

Nesta terça (19), foram discutidos os casos de duas mulheres (com 48 e 55 anos) e um homem (com 66 anos).

Nas reuniões do Heart Team, cada apresentação é liderada pelo clínico líder da enfermaria, com a apresentação feita pelo residente. Todos podem opinar e, em caso de não haver consenso, o clínico líder pode conduzir de forma orientada pelos melhores interesses do paciente e sua família.

Para casos mais avançados, há a participação da equipe especializada de cuidados proporcionais e paliação.

Além disso, todas as reuniões são registradas e compõem um acervo para pesquisa e consulta de casos complexos conduzidos pelo hospital.

Confira a decisão do caso apresentado na reunião anterior:

  • Homem de 41 anos, hipertenso, DRC dialítico por via trans hepático ICS fúngica, HMC: leveduras e gram negativo. Endocardite. TEP com anticoagulação protocolo FIDO, Dor coluna lombar com-TC coluna lombar 14/03/22: heterogeneidade da densidade dos ossos da coluna lombar, de aspecto inespecífico, ao método. A critério clínico, correlacionar com RM. Abaulamento difuso dos discos L3-L4 e L4-L5. Sífilis latente (nega tratamento prévio). ECOTE (29/03/22): Imagens sugestivas de vegetações, aderidas à face atrial da cúspide anterior da valva tricúspide. Imagem pericateter, insinuando-se da veia cava inferior para o átrio direito (trombo? vegetação?). Evoluindo com quadro de endocardite fúngica relacionado à ponta do cateter trans hepático – HMC com candida e gram – (ainda não identificado), em uso de anfotericina B e polimixina. Paciente com indicação de abordagem cirúrgica da endocardite fúngica relacionada ao cateter, porém angio-Tc com oclusão de VCS e VCI; sendo assim paciente sem condições de canulação para CEC, sendo assim sem condições de abordagem cirúrgica cardíaca.
    Decisão do Heart Team: Seguir com tratamento antibiótico da endocardite por 6 semanas e anticoagulação para manejo do trombo infectado. Definir em conjunto com a vascular o melhor momento para troca de acesso e transição para diálise peritoneal.
  • Homem de 36 anos, hipertenso, DRC dialítico desde dezembro/21 e usuário de drogas ilícitas com quadro de depressão, evoluiu com quadro de dissecção de aorta Stanford A subaguda (dor em fevereiro/2022). Realizou angio-TC com evidência de dissecção de aorta com maior diâmetro 47 mm. Associado ao quadro apresenta hipertensão refratária, com otimização de anti-hipertensivo oral (AHO) (em uso de 8 classes). Ainda apresenta quadro de anemia (investigação sugere anemia de doença crônica), com Hb estável, sem exteriorização de sangramentos. Apresenta quadro psiquiátrico compensado, sem contraindicação social para realização do procedimento.
    Decisão do Heart Team: Decidido consensualmente por seguir com abordagem cirúrgica.
  • Homem de 72 anos, portador de dupla lesão de prótese mitral com predomínio de estenose, 02 cirurgias prévias (Prolapso de valva mitral com plastia em 2013 e TVM biológica em 2014), FE 40%, disfunção renal com clearance de creatinina (ClCr) 42 ml/min (Cr 1,7), Ressincronizador desde 2015. Tem indicação de troca valvar mitral. Discutido em Heart team e considerado paciente elegível para o estudo SURVIV: valve in valve mitral X tratamento cirúrgico convencional.
    Decisão do Heart Team: Paciente será convocado para solicitação de AngioTC protocolo TAVI, CATE e ECO TE. Após exames, será encaminhado ao ambulatório de Check list e acompanhado pela equipe do estudo.
  • Homem de 68 anos, DRC com início recente de HD com quadro de angina instável. Paciente hipertenso. Passado BAVT – MP (28/02/2020) – Medtronic marca-passo bicameral. Rebordado cirurgicamente devido sangramento ativo na FO – 29/02/2020.  DM2. DRC – D. Em tela de regulação com pedido de ATC. Realizou CATE com lesão grave de DA e Dg.
    Decisão do Heart Team: Optado por seguir com angioplastia de DA e Dg.
  • Homem de 72 anos, previamente hipertenso e com quadro de angina estável há 4 anos (sem acompanhamento médico regular) refere ocorrência de dor precordial em queimação no dia 14/03, sem fator desencadeante aparente, graduada em 7/10, sem irradiação, como sintomas associados afirma tontura. Negava sudorese, náuseas e vômitos na época. Deu entrada na emergência do Hospital Municipal da cidade de origem 3h após o início do quadro, sendo realizados ECG (FA com resposta ventricular adequada e corrente de lesão subepicárdica em parede anterior) e MNM (negativos), laudados a época sem alterações compatíveis com IAM. É liberado no mesmo dia com prescrição de Amiodarona 100 mg 12/12h e Xarelto 20mg/dia, com melhora do quadro álgico, e encaminhamento para cardiologia ambulatorial. Em 16/03, em consulta ambulatorial, é encaminhado pelo cardiologista de volta ao serviço de urgência, com solitação para internamento e regulação para CATE. Evolui com lesão renal aguda.
    Decisão do Heart Team: Diante do exposto, decidido por solicitar exames ao serviço de origem para dar suporte melhor a decisão clínica.
  • Mulher de 28 anos, com hipertensão Pulmonar grave com PSAP 120 mmHg e PMAP 70mmHg, insuficiência tricúspide moderado, estenose valvar mitral reumática grave – Escore de Wilkins 8, sintomática.  Paciente, jovem, previamente hígida, refere dispneia aos grandes esforços há longa data, com piora há 04 meses, se tornando aos médios esforços (NYHA II) após síndrome gripal associado a edema de MMII. Relata que buscou PSF na sua cidade de origem e foi encaminhada para Cardiologista. Encaminhada ao HAN para troca valvar. No momento, nega queixas. Evoluindo clínica e hemodinamicamente estável.
    Decisão do Heart Team: Optado por manter tratamento cirúrgico.

Reunião do Heart Team do Ana Nery discute casos complexos de pacientes

Foi realizada na manhã desta terça-feira, 12 de abril, mais uma reunião semanal do Heart Team (Time do Coração) do Hospital Ana Nery.

Formada por equipes de cirurgiões cardíacos, anestesistas, cardiologistas clínicos, hemodinamicistas, enfermagem especializada, engenharia clínica e direção médica, o Heart Team tem como foco discutir os casos mais complexos, nos quais a decisão de intervir de forma percutânea ou cirúrgica não está clara.

Nesta terça (12), foram discutidos os casos de cinco homens (dois com 72 anos além d eoutros três com 36, 41 e 68) e uma mulher (com 28 anos).

Nas reuniões do Heart Team, cada apresentação é liderada pelo clínico líder da enfermaria, com a apresentação feita pelo residente. Todos podem opinar e, em caso de não haver consenso, o clínico líder pode conduzir de forma orientada pelos melhores interesses do paciente e sua família.

Para casos mais avançados, há a participação da equipe especializada de cuidados proporcionais e paliação.

Além disso, todas as reuniões são registradas e compõem um acervo para pesquisa e consulta de casos complexos conduzidos pelo hospital.

Confira a decisão do caso apresentado na reunião anterior:

Homem de 36 anos, hipertenso, DRC V D desde dezembro/21 e usuário de drogas ilícitas com quadro de depressão, evoluiu com quadro de dissecção de aorta Stanford A subaguda (dor em fevereiro/2022). Realizou angio-TC com evidência de dissecção de aorta com maior diâmetro 47 mm. Associado ao quadro apresenta hipertensão refratária, com otimização de anti-hipertensivo oral (AHO). Apresentando quadro de anemia em investigação (Hb 6,7).
Decisão do Heart Team: Diante de quadro subagudo/crônico de aorta, optado por abordagem híbrida (cirurgia vascular e cardiovascular) após otimização de quadro clínico (controle pressórico, infeccioso e manejo da anemia).

Homem de 31 anos, sem comorbidades prévias, em relatório de regulação: com história de crise convulsiva há 11 dias. Fez um crânio TC que evidenciou lesão expansiva em região temporal, necessitando de craniotomia acordado para exérese lesional segura. Em ECO de 18/02/2022, visto uma lesão mitral reumática com estenose grave.
Decisão do Heart Team: Alto risco cirúrgico e sem indicação de tratamento. Optado por manter em tratamento clínico.

Homem de 67 anos, hipertenso. Em 21/03/2022, IAMCSST inferior não reperfundido. Realizou CATE com padrão triarterial e lesão grave de DA 1/3 médio-distal, lesão suboclusiva no ostio da Cx e grave na CD. Apesar de lesão em 1/3 médio-distal de DA, em vista de uma RM completa.
Decisão do Heart Team: Decidido por seguir com cirurgia de revascularização miocárdica.

Mulher de 67 anos. Em 10/01/2022, IAMSST Killip 3. Realizou CATE com padrão biarterial e lesão de TCE com DA subocluida e Eco com IM grave (funcional).
Decisão do Heart Team: STS e Euroscore de alto risco cirúrgico, sendo decidido por tratamento percutâneoda lesão de TCE e DA.

Mulher de 79 anos, com quadro de angina. Realizou CATE com padrão triarterial e lesão de TCE com múltiplas lesões.
Decisão do Heart Team: Diante de fragilidade e anatomia desfavorável para tratamento percutâneo, optado por seguir com tratamento clinico otimizado.

Mulher de 54 anos, hipertensa, tabagista importante, DRC dialítica, com SCA recente (IAMCSST em 12/2021) com alteração dinâmica do ECG e dor durante a HD. Realizou CATE com lesões difusas da DA, tendo ponto de suboclusão no 1/3 médio e CD ocluída.
Decisão do Heart Team: Diante da anatomia desfavorável para intervenção cirúrgica, optado por seguir com ATC da DA.

Homem de 55 anos, hipertenso, com má adesão ao tratamento medicamentoso. IAMSST recente em 20/03/2022. Realizou CATE com padrão triarterial com DA ocluída e doença difusa e segmentar (anatomia desfavorável para tratamento percutâneo e tratamento cirúrgico com possibilidade de enxerto apenas na DA).
Decisão do Heart Team: Optado por seguir com tratamento clínico otimizado, devido a anatomia desfavorável. Caso refratariedade de sintomas, reavaliar cirurgia de RM.

Mulher de 62 anos, sem comorbidades prévias. Paciente com quadro de Angina, realizou CATE no hospital Santa Izabel e filme encaminhado para avaliação quanto angioplastia.
Decisão do Heart Team: Artérias muito calcificadas sendo desfavorável para o tratamento percutâneo.

Heart Team do Ana Nery discute casos complexos de pacientes

Foi realizada na manhã desta terça-feira, 5 de abril, mais uma reunião semanal do Heart Team (Time do Coração) do Hospital Ana Nery.

Formada por equipes de cirurgiões cardíacos, anestesistas, cardiologistas clínicos, hemodinamicistas, enfermagem especializada, engenharia clínica e direção médica, o Heart Team tem como foco discutir os casos mais complexos, nos quais a decisão de intervir de forma percutânea ou cirúrgica não está clara.

Nesta terça (5), foram discutidos os casos de quatro mulheres (de 54, 62, 67 e 79 anos de idade) e quatro homens (com 31, 36, 55 e 67 anos).

Nas reuniões do Heart Team, cada apresentação é liderada pelo clínico líder da enfermaria, com a apresentação feita pelo residente. Todos podem opinar e, em caso de não haver consenso, o clínico líder pode conduzir de forma orientada pelos melhores interesses do paciente e sua família.

Para casos mais avançados, há a participação da equipe especializada de cuidados proporcionais e paliação.

Além disso, todas as reuniões são registradas e compõem um acervo para pesquisa e consulta de casos complexos conduzidos pelo hospital.

Confira a decisão do caso apresentado na reunião anterior:

  • Mulher de 45 anos. Tabagista, há quatro anos diagnosticada com cardiopatia reumática com estenose mitral grave associado a hipertensão pulmonar supra sistêmica (PSAP 147mmHg) com retificação sistodiastólica do septo IV com insuficiência tricúspide (IT) grave e disfunção sistólica do ventrículo direito (VD). CATE de câmaras direitas com PmAP 97mmHg com PAP 34mmHg.
    Decisão do Heart Team: Paciente sem sinais clínicos de disfunção de VD com boa funcionalidade, optado por seguir com TVM.
  • Mulher de 75 anos, hipertensa, com passado de correção de aneurisma de aorta toraco-abdominal com implante de prótese em 2016. Refere quadro de dispneia aos esforços com piora no último mês, rouquidão e dificuldade de deglutir. Há 14 dias procurou atendimento médico devido dispneia em repouso, tosse com raias de sangue e secreção hialina.
    Decisão do Heart Team: Optado por seguir com troca valvar aórtica (TVAo), correção de aneurisma de Ao ascendente e debranching de vasos das bases para correção endovascular de arco e aorta torácica descendente.
  • Homem de 59 anos, com IAM inferior submetido a angioplastia primária de CD. Ao CATE, DAC com lesão triarterial, apresenta lesão de TCE com DA ocluída. Eco com trombo em VE.
    Decisão do Heart Team: Optado por abordagem das lesões residuais com cirurgia de RM após 3 meses da ATC primária pelo risco x benefício de suspensão da DAPT neste momento, sendo a lesão de TCE crônica com DA ocluída.
  • Mulher de 55 anos, hipertensa, diabética e dislipidêmica. Realizou revascularização miocárdica (RM) em 2014, evoluindo com quadro de angina instável. CATE com enxerto MIE>DA pérvia e Sf ocluída (desfavorável para tratamento percutâneo).
    Decisão do Heart Team: Optado por otimização do tratamento clinico, controle glicêmico e reabilitação cardíaca.
  • Homem de 57 anos, hipertensa, fração de ejeção 37% em janeiro 2022 e com passado de IAM CSST anterior, submetido a ATC de DA em 2015 na ocasião. Evoluiu em 2019com quadro de angina estável, evoluindo a angina CCS III. Realizou CATE com DA ocluída, mantendo angina refrataria, em uso de 4 antianginosos.
    Decisão do Heart Team: Optado por encaminhamento para programa e de reabilitação cardíaca. Caso mantenha refratariedade de sintomas, prosseguir com cirurgia de RM.

Heart Team do Ana Nery discute casos complexos de pacientes

Foi realizada na manhã desta terça-feira, 22 de março, mais uma reunião semanal do Heart Team (Time do Coração) do Hospital Ana Nery.

Formada por equipes de cirurgiões cardíacos, anestesistas, cardiologistas clínicos, hemodinamicistas, enfermagem especializada, engenharia clínica e direção médica, o Heart Team tem como foco discutir os casos mais complexos, nos quais a decisão de intervir de forma percutânea ou cirúrgica não está clara.

Nesta terça (22), foram discutidos os casos de cinco mulheres (de 66, 68, 73, 77 e 86 anos de idade) e um homem (com 58 anos).

Nas reuniões do Heart Team, cada apresentação é liderada pelo clínico líder da enfermaria, com a apresentação feita pelo residente. Todos podem opinar e, em caso de não haver consenso, o clínico líder pode conduzir de forma orientada pelos melhores interesses do paciente e sua família.

Para casos mais avançados, há a participação da equipe especializada de cuidados proporcionais e paliação.

Além disso, todas as reuniões são registradas e compõem um acervo para pesquisa e consulta de casos complexos conduzidos pelo hospital.

Confira a decisão do caso apresentado na reunião anterior:

  • Homem de 64 anos, hipertenso, diagnóstico de IAM CSST inferior em 11/03/2022- submetido a angioplastia (ATC) primária de coronária direita (CD); apresenta lesões residuais em marginal (Mg) e descendente anterior (DA) ostial, sendo optado por seguir tratamento das lesões residuais de forma cirúrgica.
    Decisão do Heart Team: Pelo risco de suspensão da DAPT neste momento, optado por manter ambulatoriamente por 90 dias para suspensão do clopidogrel e programar a cirurgia de revascularização do miocárdio (RM).

 

  • Homem, diabético, etilista, estenose de traqueia, com diagnóstico de IAMSST Killip IV em janeiro/2022. Realizou CATE, padrão de lesão triarterial, sendo DA proximal, circunflexa (Cx) proximal (ambas envolvendo bifurcação) e lesão grave de CD. Eco com disfunção de VE – FE 27%. Apresenta ainda quadro de estenose traqueal. Dr. Jackson opina que o paciente tem padrão arterial com múltiplas lesões, está colonizado e precisa fazer uma traqueostomia (TQT); tem risco de choque, mediante infecção; acredita que deve ser discutido com o paciente, e a equipe clínica deve avaliar e assumir o risco cirúrgico; não acredita que seja um caso favorável à cirurgia.
    Decisão do Heart Team: Ao final da discussão, foi mantida opinião clínica, sendo uma decisão não consensual. Apesar de leitos distais de fino calibre, no contexto de lesões proximais graves, optado por seguir com cirurgia de RM e será confeccionada TQT no mesmo tempo cirúrgico.

 

  • Homem de 66 anos, ex-etilista, ex-tabagsta. Com IAM SST recente. Rediscutido CATE realizado no HAN em 09/03/2022, com impressão de lesão moderada de Cx e CD, sem lesão grave.
    Decisão do Heart Team: Optado por seguir com tratamento clínico otimizado.

 

  • Homem de 52 anos, tabagista e sem outras comorbidades prévias conhecidas. Em 2/3/2022 buscou o serviço de emergência, 16° Centro de Saúde por dor precordial, com intensidade 10/10, irradiando para membro superior esquerdo e dorso, associada à náusea e sudorese, tendo recebido dose ataque com AAS (300mg) e clopidogrel (300mg). ECG ainda da unidade de origem evidenciou ritmo sinusal, com padrão de Sd Wellens tipo I (plus minus em V2). Cateterismo cardíaco realizado em 08/03/2022 no HUPES com padrão de DAC triarterial.
    Decisão do Heart Team: Após avaliação de CATE e discussão de anatomia, decidido por convocar para tratamento cirúrgico com proposto.

 

  • Homem de 70 anos, hipertenso, diabético, portador de doença renal crônica (dialítica) com quadro de aneurisma de aorta abdominal em proposta de correção endovascular. Na avaliação de risco perioperatório, identificada angina CCS e optado por realização de CATE pré-operatório, que evidenciou lesão coronariana, com lesão moderada em DA e grave em Cx com CD ocluída.
    Decisão do Heart Team: Uma vez que não há urgência/ emergência da abordagem do aneurisma abdominal, optado por otimizar terapia antianginosa e então programar a correção endovascular do aneurisma. Caso mantenha angina apesar de otimização, seguir com ATC de Cx.

 

  • Homem, hipertenso, tabagista, IT grave e IM moderada com quadro de IC FER (17%) com queixa de angina – realizou CATE em 13/03/2022 para investigação etiológica, sendo evidenciado lesão grave de DA 1/3 médio, CD ocluída, Cx ocluída distal.
    Decisão do Heart Team: Diante de paciente com disfunção grave de VE, optado por ATC de DA.

 

  • Mulher de 29 anos, com passado de endocardite tricúspide, evoluindo com perfuração das cúspides espessadas com imagem sugestiva de rotura da cúspide septal com flail, além de perfuração da cúspide anterior determinando falha de coaptação. Refluxo transvalvar excêntrico de grau grave (VC 0,9cm, fluxo reverso em veia hepática) ao Doppler e mapeamento de fluxo em cores. Difícil avaliação anatômica de valva tricúspide ao ecocardiograma transtoracico. PSAP estimada em 40mmHg. PAD 5mmHg.
    Decisão do Heart Team: Diante de paciente com IT importante e dilatação de câmaras direitas e hipertensão pulmonar, optado por seguir com abordagem cirúrgica da tricúspide.


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