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Heart Team: Médicos do Ana Nery debatem casos complexos de pacientes

Foi realizada na última terça-feira, 21 de maio, mais uma reunião semanal do Heart Team (Time do Coração) do Hospital Ana Nery.

Formado por equipes de cirurgiões cardíacos, anestesistas, cardiologistas clínicos, hemodinamicistas, enfermagem especializada, engenharia clínica e direção médica, o Heart Team tem como foco discutir os casos mais complexos, nos quais a decisão de intervir de forma percutânea ou cirúrgica não está clara.

Nesta terça (21/05), foram discutidos os casos de dois homens (49 e 64 anos).

Nas reuniões do Heart Team, cada apresentação é liderada pelo clínico líder da enfermaria, com a apresentação feita pelo residente. Todos podem opinar e, em caso de não haver consenso, o clínico líder pode conduzir de forma orientada pelos melhores interesses do paciente e sua família.

Para casos mais avançados, há a participação da equipe especializada de cuidados proporcionais e paliações.

Além disso, todas as reuniões são registradas e compõem um acervo para pesquisa e consulta de casos complexos conduzidos pelo hospital. 

Confira a decisão do caso apresentado nas reuniões anteriores (07/05 e 14/05/24):

Mulher, 50 anos. Diagnóstico de angina instável com lesão de tronco da coronária esquerda, passado de angioplastia de diagonal anterior e circunflexa em Junho 2023, hipertensão arterial sistêmica (HAS) obesidade e diabetes mellitus (DM) tipo II. Trata-se de paciente que evolui há três meses com angina aos mínimos esforços, classificação da sociedade canadense (CCS) III, com piora progressiva e refratária ao tratamento clínico e confirmado doença arterial coronariana (DAC) triarterial. Proposta do clínico líder: Cirurgia de revascularização do miocárdio (RM) – ⁠discutir angioplastia de TCE distal x cirúrgico.

Decisão do Heart Team: RM / tratamento cirúrgico. 

 

Homem, 29 anos. Sem comorbidades prévias ao internamento. Atual diagnóstico de aneurisma de aorta torácica e insuficiência cardíaca de fração de ejeção reduzida (ICFEr) 30%. Trata-se de paciente jovem, sem comorbidades pré-existentes, que sofreu trauma recente, insuficiência aórtica (IAo) grave, ICFEr, em internamento prolongado que possivelmente necessitaria de uma cirurgia de Bentall de Bono. Proposta do clínico líder: Cirurgia de correção de aneurisma.

Decisão do Heart Team: tratamento clínico no momento e posteriormente avaliação do paciente e abordagem em atendimento no ambulatório de checklist cirúrgico do HAN.

 

Homem, 66 anos. Diagnóstico de doença arterial coronariana (DAC) estável e hipertensão arterial sistêmica (HAS). Cateterismo cardíaco realizado demonstrou DAC triarterial. Trata-se de paciente pouco sintomático, com DAC estável, lesões arteriais graves e altamente calcificadas avaliadas pelo hemodinâmicista e cirurgiões presentes como desfavoráveis para tratamento de intervenção cirúrgica e percutânea. Proposta do clínico líder: Cirurgia de RM.

Decisão do Heart Team: Tratamento clínico, por consenso.

 

Mulher, 53 anos. Previamente portadora de fibrilação atrial (FA) permanente, hipertensão arterial sistêmica (HAS), diabetes mellitus (DM), hipotireoidismo e ex-tabagista (20 anos maço parou há 10 anos. Ecocardiograma transtorácico (ECOTT) evidenciou estenose mitral grave,  insuficiência aórtica moderada, insuficiência tricúspide grave e disfunção de ventrículo esquerdo. Uma paciente com sobrepeso não ser sarcopênica. com perda de função ventricular cursando com dispneia aos moderados esforços e piora da valvopatia. Proposta o clínico líder: cirurgia de troca valvar aórtica (TVAo) + troca valvar mitral (TVM) e plastia da tricúspide.

Decisão do Heart Team: Cirurgia de troca valvar aórtica (TVAo) + troca valvar mitral (TVM) e plastia da tricúspide, por consenso.

 

Homem, 72 anos. Portador de hipertensão arterial sistêmica (HAS), doença arterial coronariana (DAC) estável e doença renal crônica (DRC) não dialítico (Clearance de creatinina: 42>32), mas evoluindo com piora progressiva da função renal, com uréia de 170. Apresenta contexto social delicado (morador de zona rural com necessidade de transporte de barco para chegar ao seu domicílio). Já tratado endocardite infecciosa há 01 ano, mantém hemoculturas negativas. ECOTT com PSAP 46mmHg, IAo e IM importantes com imagens sugestivas de vegetação. Atualmente refere dispnéia aos moderados esforços classe funcional NYHA II/IV. Trata-se de paciente com DAC estável, CCS II. Idoso frágil que reside no interior da Bahia longe da cidade tornando difícil acesso para manter acompanhamento médico, uréia elevada em alto risco de evoluir com necessidade de diálise no pós-operatório. Proposta o clínico líder: Tratamenyo clínico.

Decisão do Heart Team: Tratamento clínico com encaminhamento para o ambulatório de nefrologia e posterior avaliação de tratamento com cardiologia, por consenso.

 

Homem, 45 anos. Diagnóstico de cardiopatia reumática, dupla lesão mitral reumática (estenose grave e insuficiência moderada) e dupla lesão aórtica reumática (estenose grave e insuficiência moderada). Paciente jovem, não frágil, com dupla lesão mitral e aórtica, disfunção ventricular importante e risco cirúrgico baixo. Proposta do clínico líder: cirurgia de dupla troca mitral e aórtica.

Decisão o Heart Team: Cirurgia de dupla troca mitral e aórtica, por consenso.

 

Mulher, 66 anos. Diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica (HAS) e diabetes mellitus (DM) insulino-requerente há aproximadamente 20 anos, doença arterial coronariana (DAC) triarterial severa e atualmente com angina instável que teve piora há 06 meses, com elevação da dor anginosa e dispneia aos moderados esforços. Trata-se de um paciente jovem, não frágil e ECOTT com FEVE preservada sem alteração segmentar. Proposta clínico líder: Tratamento cirúrgico.

Decisão do Heart Team: Tratamento cirúrgico, por consenso.

 

Homem, 72 anos. Portador de hipertensão arterial sistêmica (HAS), doença arterial coronariana (DAC) e diabetes mellitus tipo 2. Diagnóstico principal de dissecção aórtica crônica. Paciente idoso, assintomático, com necessidade de abordagem cirúrgica de grande porte, disfunção do ventrículo esquerdo e anatomia favorável à intervenção cirúrgica. Proposta clínico líder: Cirúrgico (Bentall de Bono com troca do arco aórtico).

Decisão do Heart Team: Tratamento cirúrgico, por consenso.

Heart Team: Médicos do Ana Nery debatem casos complexos de pacientes

Foi realizada na última terça-feira, 23 de abril, mais uma reunião semanal do Heart Team (Time do Coração) do Hospital Ana Nery.

Formado por equipes de cirurgiões cardíacos, anestesistas, cardiologistas clínicos, hemodinamicistas, enfermagem especializada, engenharia clínica e direção médica, o Heart Team tem como foco discutir os casos mais complexos, nos quais a decisão de intervir de forma percutânea ou cirúrgica não está clara.

Nesta terça (23/04), foram discutidos os casos de dois homens (53 e 76 anos).

Nas reuniões do Heart Team, cada apresentação é liderada pelo clínico líder da enfermaria, com a apresentação feita pelo residente. Todos podem opinar e, em caso de não haver consenso, o clínico líder pode conduzir de forma orientada pelos melhores interesses do paciente e sua família.

Para casos mais avançados, há a participação da equipe especializada de cuidados proporcionais e paliação.

Além disso, todas as reuniões são registradas e compõem um acervo para pesquisa e consulta de casos complexos conduzidos pelo hospital.

 

Confira a decisão do caso apresentado na reunião anterior (09/04/24):

Homem, 62 anos. Diagnóstico de IAMCSST (infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST) anterior com DAC (doença arterial coronariana) triarterial grave + IM (insuficiência mitral) moderada + disfunção ventricular esquerda (FEVE 46%) em paciente com DPOC (doença pulmonar obstrutiva crônica. Proposta clínico líder: RM (revascularização miocárdica) + TVMi (troca valvar mitral) por prótese mecânica.

 

Decisão do Heart Team: Trata-se de um paciente com disfunção de VE (FEVE 46%) e insuficiência mitral moderada (mista), com TC de tórax com padrão enfisematoso, sugestivo de acometimento pulmonar importante, sendo assim, de elevado risco cirúrgico. Optando por tratamento percutâneo com ATC (angioplastia).

 

Homem, 59 anos. Portador de insuficiência cardíaca de fração de ejeção reduzida (FEVE) 35%) de etiologia valvar. Insuficiência valvar tricúspide moderada a grave e hipertensão pulmonar (PSAP 61mmHg). Proposta clínico líder: tratamento clínico.

 

Decisão do Heart Team: Paciente com contra-indicação cirúrgica, com necessidade de manejo clínico, podendo ser realizado em hospital de origem. Foi decidido consensualmente tratamento clínico e após compensação reavaliar e acompanhar com equipe de checklist do HAN.

 

Mulher, 64 anos. Diabética, com passado de troca valvar aórtica por bioprótese em 2016,  secundário a cardiopatia reumática. Evoluindo com disfunção de bioprótese tipo mismatch + dupla disfunção grave da mitral. Proposta clínico líder: de dupla troca valvar (cirúrgico).

 

Decisão do Heart Team: Paciente de elevado risco para cirurgia cardíaca de dupla troca valvar devido á possibilidade de necessitar de cirurgia de Commando (combined mandibulectomy and neck dissection operation). Decidido por consenso, tratamento clínico no momento, discussão posterior.

 

Mulher, 49 anos. Portadora de insuficiência cardíaca de fração de ejeção reduzida e estenose aórtica importante. Proposta clínico líder: tratamento cirúrgico – TVAo (troca valvar aórtica).

 

Heart Team: Médicos do Ana Nery debatem casos complexos de pacientes

Foi realizada na última terça-feira, 08 de abril, mais uma reunião semanal do Heart Team (Time do Coração) do Hospital Ana Nery.

Formado por equipes de cirurgiões cardíacos, anestesistas, cardiologistas clínicos, hemodinamicistas, enfermagem especializada, engenharia clínica e direção médica, o Heart Team tem como foco discutir os casos mais complexos, nos quais a decisão de intervir de forma percutânea ou cirúrgica não está clara.

Nesta terça (08/04), foram discutidos os casos de duas mulheres (49 e 64 anos) e dois homens (59 e 62 anos).

Nas reuniões do Heart Team, cada apresentação é liderada pelo clínico líder da enfermaria, com a apresentação feita pelo residente. Todos podem opinar e, em caso de não haver consenso, o clínico líder pode conduzir de forma orientada pelos melhores interesses do paciente e sua família.

Para casos mais avançados, há a participação da equipe especializada de cuidados proporcionais e paliação.

Além disso, todas as reuniões são registradas e compõem um acervo para pesquisa e consulta de casos complexos conduzidos pelo hospital.

 

Confira a decisão do caso apresentado na reunião anterior (02/04/24):

Homem, 75 anos. Idoso, funcional, dislipidêmico e sem mais comorbidades associadas. Estenose aórtica crítica sintomática e DAC (doença arterial coronariana) não obstrutiva. Em preparação/avaliação para procedimento cirúrgico, realizado ECOTT (ecocardiograma transtorácico) identificando dupla disfunção valvar aórtica com estenose de grau importante; ventrículo esquerdo com hipertrofia concêntrica de grau importante. PSAP estimada em 39mmHg; aumento importante do átrio esquerdo; ateromatose aorta; dilatação de aorta ascendente; valva mitral com esclerocalcificação de suas cúspides com calcificação importante de anel posterior e restrição a sua abertura. Proposta do médico assistente: tratamento cirúrgico.

Decisão do Heart Team: Declinado pela equipe cirúrgica, devido elevado risco cirúrgico e calcificação mitro-aórtica importante o que implicaria em dificuldade técnica para sutura da prótese. Sendo optado consensualmente por avaliar funcionalidade, acompanhamento ambulatorial para avaliar possibilidade de tratamento percutâneo.

 

Mulher, 64 anos. Diagnóstico prévio de hipertensão arterial sistólica (HAS) e dislipidemia (DLP). Ex-tabagista. Evoluiu com IAMCSST (infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST) anterosseptal. Realizou cateterismo cardíaco que evidenciou lesão triarterial grave. Proposta do médico assistente: cirurgia de revascularização miocárdica, avaliar leito distal de DA.

Decisão do Heart Team: A equipe de cirurgia cardíaca adulta presente, avaliou leito de coronárias como tecnicamente factíveis para tratamento cirúrgico. Coronárias tecnicamente factíveis conforme discussão com cirurgia cardíaca, sendo optado consensualmente, por prosseguir com cirurgia de revascularização miocárdica.

 

Homem, 35 anos. Diagnóstico principal de IM (insuficiência mitral) de etiologia reumática. Proposta do médico assistente: TVMi (troca valvar mitral).

Decisão do Heart Team: Necessário definir melhor etiologia da Hipertrofia ventricular esquerda grave por meio de ressonância magnética cardíaca e/ou ecocardiograma transtorácico com dobutamina em baixa dose para avaliar reserva cardíaca. No momento manter em tratamento clínico sendo acompanhado em ambulatório de IC para otimização de tratamento clínico com nova rediscussão em HT após esses exames realizados.

 

Mulher, 47 anos. Hipertensa e diabética. Passado de ATC (angioplastia coronariana) IAM (infarto agudo do miocárdio). Evolui nos últimos meses com dispneia e desconforto torácico. Realizado cateterismo cardíaco em fevereiro 2024 sendo identificada DAC (doença arterial coronariana) triarterial. Proposta do médico assistente: revascularização miocárdica.

Decisão do Heart Team: Jovem, portadora de DAC triarterial estável, lesão subocluída em descendente anterior e disfunção ventricular esquerda de grau importante. Foi decidido consensualmente, prosseguir com cirurgia de revascularização miocárdica.

 

Mulher, 82 anos. Previamente hipertensa, dislipidêmica, portadora de FA (fibrilação atrial) paroxística, de insuficiência cardíaca de fração de ejeção reduzida (ICFEr) de etiologia isquêmica isquêmica com disfunção ventricular esquerda (FEVE: 30%). Evoluiu com angina instável sendo realizado cateterismo cardíaco para avaliação que mostrou DAC triarterial. Diante da fragilidade da paciente, o risco cirúrgico é elevado. Solicitado por médico assistente, avaliação de tratamento percutâneo de lesão de TCE (tronco de coronária esquerda) e DA (descendente anterior). Proposta do médico assistente: Angioplastia.

Decisão do Heart Team: Impressão de hemodinamicistas que as artérias possuem calcificação importante e dificuldade técnica para realizar angioplastia solicitada. Consensualmente, foi decidido manter a paciente em tratamento clínico.

Homem, 53 anos. Portador de cardiopatia reumática com passado de dupla troca valvar mitral e aórtica por prótese biológica há 15 anos. Evoluindo com disfunção de bioprótese mitral com estenose importante e insuficiência moderada, e disfunção de bioprótese aórtica (insuficiência importante e estenose moderada) e IT (insuficiência tricúspide) importante secundária + hipertensão pulmonar (PSAP 75 mmHg) e anel 44mm. FEVE (fração de ejeção do ventrículo esquerdo) preservada, FAC 27. Proposta do médico assistente: Tratamento cirúrgico.

Discussão: Diante da gravidade, optado no momento por não prosseguir com cirurgia, com objetivo de intensificar terapia de IC (insuficiência cardíaca), avaliação beira leito da cirurgia cardíaca, suporte nutricional e discutir novamente em Heart Team.

Heart Team: Médicos do Ana Nery debatem casos complexos de pacientes

Foi realizada nesta terça-feira, 02 de abril, mais uma reunião semanal do Heart Team (Time do Coração) do Hospital Ana Nery.

Formado por equipes de cirurgiões cardíacos, anestesistas, cardiologistas clínicos, hemodinamicistas, enfermagem especializada, engenharia clínica e direção médica, o Heart Team tem como foco discutir os casos mais complexos, nos quais a decisão de intervir de forma percutânea ou cirúrgica não está clara.

Nesta terça (02/04), foram discutidos os casos de três mulheres (47, 64 e 82 anos) e três homens ( 35, 53 e 75 anos).

Nas reuniões do Heart Team, cada apresentação é liderada pelo clínico líder da enfermaria, com a apresentação feita pelo residente. Todos podem opinar e, em caso de não haver consenso, o clínico líder pode conduzir de forma orientada pelos melhores interesses do paciente e sua família.

Para casos mais avançados, há a participação da equipe especializada de cuidados proporcionais e paliação.

Além disso, todas as reuniões são registradas e compõem um acervo para pesquisa e consulta de casos complexos conduzidos pelo hospital.

 

Confira a decisão do caso apresentado na reunião anterior (26/03/24):

Homem, 78 anos. Previamente tabagista, diagnóstico de hipertensão arterial sistólica (HAS), dislipidemia (DLP), doença arterial coronariana (DAC) estável – Angina CCS. Realizou cateterismo cardíaco (CATE) em 19/03/2024 para avaliação diagnóstica sendo evidenciado tronco de coronária esquerda (TCE) bifurcado com lesão de 70% distal; origina artérias descendente anterior (DA) e circunflexa (CX). Artéria descendente anterior (DA) apresenta-se com lesão segmentar em terço proximal, com lesão de 90%. Grande ramo diagonal com lesão de 90% em terço proximal. EUROScore 1%, STS: 0,57% mortalidade | 4,12 morbimortalidade, Edmonton: 2 pontos – sem fragilidade. Proposta do médico assistente: tratamento percutâneo com angioplastia (ATC).

 

Decisão do Heart Team: Trata-se de paciente idoso e funcional, com maior risco de complicação em tratamento cirúrgico. Desta forma, foi decidido consensualmente por  tratamento percutâneo com realização de angioplastia (ATC); alta e reconvocar para realização eletiva com agendamento estabelecido.

 

Homem, 50 anos. Portador de HAS, diabetes mellitus tipo 2 (DM2), dislipidemia (DLP), insuficiência cardíaca fração de ejeção reduzida (ICFEr) FEVE 30% de etiologia isquêmica, perfil hemodinâmico A, infarto agudo do miocárdio (IAM) em 2017 e novo episódio de IAM em novembro/2023. DAC triarterial, mantendo angina CCS II Scores de riscos cirúrgicos: STS mortalidade 1,14% / Morbidade mortalidade 8,9%, e Euroscore II 0,98%. ECOTT em 24/02/2024: DDVE 62mm, DSVE 51mm, SIV 11mm, PP 8mm, DAE 23mm, DAo 36mm, FEVE 30 % Simpson (S) e pressão sistólica artéria pulmonar (PSAP) 24mmHg. Proposta do médico assistente: tratamento cirúrgico.

 

Decisão do Heart Team:  Paciente com risco cirúrgico alto devido disfunção ventricular e comorbidade associada, tratamento clínico apresenta-se como uma estratégia ideal no momento. Desta forma, foi decidido consensualmente, tratamento clínico otimizado.

NQSP fortalece a Cultura de Segurança do Paciente no HAN

Ontem (1º de Abril), Dia Nacional da Segurança do Paciente, foi realizada uma ação com o time de Identificação, voltada para os colaboradores, pacientes e acompanhantes do HAN. Na ocasião, foi ressaltada a importância de conferir constantemente o nome do paciente, disponível na pulseira de identificação.

Essa iniciativa integra as ações lúdicas e comemorativas do mês de abril, promovidas pelos times do HAN, que visam a promover o engajamento das equipes multidisciplinares, pacientes e acompanhantes, conforme tema da campanha desse ano, divulgada pelo Ministério da Saúde: “Comunicação e trabalho em equipe”.

Nesse sentido, a equipe do Núcleo de Qualidade e Segurança do Paciente (NQSP) do Hospital Ana Nery, em parceria com a alta gestão, vêm trabalhando incansavelmente para fortalecer a cultura de segurança, assim como a adesão as notificações de incidentes.

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Heart Team: Médicos do Ana Nery debatem casos complexos de pacientes

Foi realizada nesta terça-feira, 26 de março, mais uma reunião semanal do Heart Team (Time do Coração) do Hospital Ana Nery.

Formado por equipes de cirurgiões cardíacos, anestesistas, cardiologistas clínicos, hemodinamicistas, enfermagem especializada, engenharia clínica e direção médica, o Heart Team tem como foco discutir os casos mais complexos, nos quais a decisão de intervir de forma percutânea ou cirúrgica não está clara.

Nesta terça (26/03), foram discutidos os casos de dois homens (50 e 78 anos).

Nas reuniões do Heart Team, cada apresentação é liderada pelo clínico líder da enfermaria, com a apresentação feita pelo residente. Todos podem opinar e, em caso de não haver consenso, o clínico líder pode conduzir de forma orientada pelos melhores interesses do paciente e sua família.

Para casos mais avançados, há a participação da equipe especializada de cuidados proporcionais e paliação.

Além disso, todas as reuniões são registradas e compõem um acervo para pesquisa e consulta de casos complexos conduzidos pelo hospital.

 

Confira a decisão do caso apresentado na reunião anterior (19/03/24):

Homem, 21 anos, sem comorbidades prévias conhecidas. FA (fibrilação atrial), dupla lesão mitral: IM (insuficiência mitral) importante + EM (estenose mitral) leve), ICFEp (insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada), 42% de etiologia reumática perfil hemodinâmico A. Proposta do médico assistente: Tratamento cirúrgico de troca de valva mitral.

Decisão do Heart Team: Trata-se de um paciente jovem, eutrófico, o diâmetro sistólico do ventrículo esquerdo com medida acima de 55mm traz maior peso de o prognóstico ser negativo, além de a chance de entrar em choque no pós operatório ser maior. Desta forma, ponderada necessidade de avaliação de outras especialidades, decidido por rediscutir em próxima sessão do Heart Team após resultado de avaliações e compartilhamento da proposta de tratamento com pacientes e familiares.

Homem, 63 anos. Diabético, dislipidêmico, ICFEr (insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida) 33% de etiologia isquêmica, DAC (doença arterial coronariana) multiarterial, arritmia não especificada. Passado de Colecistectomia há mais de 20 anos e passado amputação suprapatelar direita traumática por acidente em 2017. Proposta do médico assistente: Tratamento cirúrgico de revascularização miocárdica.

Decisão do Heart Team: Houve remodelamento cardíaco. Coronária de padrão de grau ocluída, com risco cirúrgico agregado diante da disfunção de ventrículo esquerdo. Paciente sem outras comorbidades importantes, com sintomas aos esforços habituais em sua residência, estando compensado na enfermaria. Desta forma, decidido consensualmente por reavaliação de capacidade funcional pelo setor de fisioterapia e seguir com tratamento cirúrgico.

Homem, 68 anos. Diagnóstico de HAS (hipertensão arterial sistêmica), DM (diabetes mellitus), DAC (doença arterial coronariana), ex-tabagista, DAOP (doença arterial obstrutiva periférica) sendo realizada revascularização femoral-tibial + amputação 3° e 5° pododáctilo em 2022 e artrose de joelho. Relato de angina em aperto aos moderados esforços e dispneia/abafamento há cerca de 2 anos. Realizada investigação com evidência de DAC triarterial. Proposta do médico assistente: Tratamento percutâneo (angioplastia).

 

Decisão do Heart Team: Em laudo da angio-tomografia, há evidência de artéria direita ocluída e esquerda moderada. A esquerda anatomicamente é moderada, mas que sopra em um paciente com aterosclerose multivascular. Não há indicação de abordagem da carótida, por isso opinião de realizar angioplastia. Diante das exposições e avaliações, foi definido seguir com tratamento percutâneo.

 

Mulher, 67 anos. Hipertensa, ex-tabagista, história relatada de 03 IAM (infarto agudo do miocárdio) em 2021 e angina CCSII. Refere dispneia progressiva aos pequenos e moderados esforços– ICFEr (insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida) de etiologia isquêmica. Fibrilação atrial em investigação. Proposta do médico assistente: Tratamento clínico.

Decisão do Heart Team: Paciente assintomática, ex-tabagista (o que pode favorecer a desfechos desfavoráveis), alto risco cirúrgico e hesitante à realização de tratamento cirúrgico. Decidido consensualmente por manter em tratamento clínico otimizado.

Homem, 72 anos. IAMCSST de parede inferior em 08/03 – DAC triarterial 14/03: CD ocluída + TCE 60% + DA 90% proximal + CX 80% médio + 90% distal . Passado de AVCh (acidente cerebral vascular hemorrágico)  há 12 anos; HAS; Ex-etilista e ex-tabagista. Proposta do médico assistente: Angioplastia de TCE (tronco coronária esquerda) e DA (descendente anterior).

Decisão Heart Team: Fragilidade severa, função do ventrículo esquerdo de 38%, impossibilidade de realizar teste funcional por dificuldade de mobilidade e dor em membros. Avaliada factibilidade de tratamento percutâneo, sendo definido por seguir consensualmente com proposta.

Homem, 68 anos, hipertenso, obeso grau I, dislipidêmico, portador de HPB (hiperplasia prostática benigna). Passado de tabagismo 5 anos/maço (abstêmio há 40 anos). Apresentando DAC instável, CATE (cateterismo cardíaco) com lesão de 70% em tronco distal. Proposta do médico assistente: Tratamento cirúrgico.

Decisão do Heart Team: Tronco bifurcado, o que dificulta mais o tratamento percutâneo por ser lesão de tronco – DA, desta forma, avaliado por cirurgiões que definiram de forma consensual com toda a equipe presente, seguir com tratamento cirúrgico.

Homem, 81 anos. HAS, DLP, passado de aneurisma de aorta abdominal tratado em 2023 em outra instituição, IAMSST, veio para estratificação no HAN. ECO FEVE preservada 56%. ECG com BRE prévio. Cr 1.1. Pedido de ATC já que CATE é triarterial.  Proposta do médico assistente: Tratamento clínico.

Decisão Heart Team: TCE (tronco da coronária esquerda) >50% grave, envolvendo a CX (circunflexa) e Dg (diagonal), sendo considerado pela equipe um caso muito complexo. Desta forma, definido consensualmente por tratamento clínico otimizado.

 

 

 

HAN promove Curso para Formação de Brigada de Incêndio

Com vistas a ampliar a segurança dos funcionários, pacientes, visitantes e acompanhantes, que circulam diariamente no Hospital Ana Nery (HAN), incluindo a proteção do patrimônio e a preservação do meio ambiente, a Diretoria, por meio da Unidade de Saúde Ocupacional e Segurança do Trabalho (USO/FAPEX), deu início ao Curso para Formação da Brigada de Incêndio da Unidade.

O treinamento, que é realizado por empresa especializada e credenciada pelo Corpo de Bombeiros Militar da Bahia (CBMBA), teve início em 16 de janeiro de 2024 e objetiva capacitar o público interno para identificar sinais de risco e princípios de incêndio, bem como realizar os procedimentos adequados, caso ocorra algum incidente.

De acordo com Vagner Aleixo, Técnico de Segurança do Trabalho da Instituição, é fundamental treinar os profissionais das mais diversas áreas e em todos os turnos de trabalho no HAN, visto que tais colaboradores serão uma linha de defesa importante contra acidentes e poderão salvar vidas. “Os conhecimentos adquiridos nesse treinamento ultrapassam o contexto hospitalar, uma vez que poderão ser utilizados em várias situações do nosso cotidiano, inclusive em casa”, complementou.

O presente curso é um marco para a Unidade, pois além de ser um evento que reúne todas as categorias profissionais que atuam no Hospital, centenas de pessoas estão sendo preparadas para avaliar os riscos existentes, inspecionar equipamentos de combate a incêndio, orientar sobre rotas de fuga, elaborar relatórios de irregularidades encontradas no sistema e agir no caso de um possível sinistro. “Se as pessoas estiverem treinadas para essas situações e aprenderem a realizar os primeiros atendimentos, as ações serão muito mais efetivas na prevenção e resposta às emergências”, explicou Vagner Aleixo.

Heart Team: Médicos do Ana Nery debatem casos complexos de pacientes

Foi realizada na manhã da última terça-feira, 19 de março, mais uma reunião semanal do Heart Team (Time do Coração) do Hospital Ana Nery.

Formada por equipes de cirurgiões cardíacos, anestesistas, cardiologistas clínicos, hemodinamicistas, enfermagem especializada, engenharia clínica e direção médica, o Heart Team tem como foco discutir os casos mais complexos, nos quais a decisão de intervir de forma percutânea ou cirúrgica não está clara.

Na terça (19/03), foram discutidos os casos de uma mulher (67 anos) e de seis homens (21, 63, 68, 72, 68, 81 anos).

Nas reuniões do Heart Team, cada apresentação é liderada pelo clínico líder da enfermaria, com a apresentação feita pelo residente. Todos podem opinar e, em caso de não haver consenso, o clínico líder pode conduzir de forma orientada pelos melhores interesses do paciente e sua família.

Para casos mais avançados, há a participação da equipe especializada de cuidados proporcionais e paliação.

Além disso, todas as reuniões são registradas e compõem um acervo para pesquisa e consulta de casos complexos conduzidos pelo hospital.

 

Confira a decisão do caso apresentado na reunião anterior (12/03/24):

Homem, 55 anos, com diagnóstico de dissecção de aorta, insuficiência cardíaca (IC) descompensada. Proposta do médico assistente: Tratamento clínico.

Decisão do Heart Team: Diante do quadro de dissecção crônica de aorta, com fração de ejeção reduzida, dilatação severa do átrio esquerdo e dilatação severa do ventrículo esquerdo com hipertrofia excêntrica e hipocinesia difusa do mesmo, definido por seguir em tratamento clínico diante do alto risco cirúrgico, por consenso.

Mulher, 59 anos, com diagnóstico de disfunção de bioprótese aórtica > estenose grave; estenose mitral grave > etiologia reumática; pós operatório de Troca de válvula aórtica por bioprótese + plastia de valva mitral em 2011; Hipertensão arterial sistêmica (HAS), Diabetes Mellitus (DM); Ex-tabagista. Proposta do médico assistente: Tratamento clínico.

 

Decisão do Heart Team: Diante de calcificação da aorta, necessitando ser uma cirurgia para troca da aorta, causando hipofluxo e perfusão cerebral seletiva, torna-se um caso grave e de alto risco cirúrgico, sendo definido tratamento clínico de acordo com opinião do médico líder, por consenso.

Homem, 68 anos, com diagnóstico de Doença Arterial Crônica (DAC) triarterial com lesão de tronco; hipertensão arterial sistêmica (HAS), diabetes mellitus (DM); ex-tabagista; doença arterial obstrutiva periférica (DAOP) – passado de cirurgia de revascularização femoral-tibial em 2022 + Amputação 3º e 5º pododáctilos em 2022. Proposta do médico assistente: Tratamento cirúrgico.

Decisão do Heart Team: De paciente com lesão de tronco grave e oclusões de carótidas, com risco de lesão cerebral, decidiu-se que para definição de conduta e seguimento cirúrgico, o paciente será. Encaminhado para avaliações com as especialidades de neurologia e vascular.

Homem, 75 anos, com diagnóstico de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) presumida; insuficiência aórtica grave; hipertensão arterial sistêmica (HAS); diabetes mellitus (DM); ex-tabagista; doença renal crônica (DRC) agudizada; Ptiriase Versicolor. Proposta do médico assistente: Tratamento cirúrgico de troca de válvula aórtica.

Decisão do Heart Team: Diante de caso favorável do ponto de vista valvar e disponibilidade de dispositivos de circulação extracorpórea que diminuem o insulto renal ou a piora da função renal, definido por seguir com tratamento cirúrgico de acordo com opinião do médico líder, por consenso.

 

HAN realiza 1º implante de microdispositivo cardíaco do Estado

No dia 22/12/23, às 11h, a equipe do Hospital Ana Nery realizou o primeiro implante de microdispositivo cardíaco do Estado. Aquela foi a terceira vez que o procedimento foi realizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

O dispositivo implantado é 93% menor que os marca-passos convencionais e possui aproximadamente o tamanho de uma grande cápsula de vitaminas. Ao contrário da maioria dos dispositivos existentes no mercado, que são colocados no peito do paciente com eletrodos direcionados ao coração, esse não possui cabo eletrodo porque é implantado diretamente no coração.

O paciente beneficiado com o implante tem outras comorbidades importantes e a inviabilidade de acesso venoso para estimulação artificial definitiva, pois possui obstrução de veia inominada, visto que dialisa há 10 anos. Apresenta fístula em membro superior esquerdo com dilatação aneurismática e, além disso, teve complicação de endocardite infecciosa e ainda estava com suporte de um marca-passo provisório em veia subclávia direita.

De acordo com Dr. Luiz Carlos Passos, Prof. da UFBA, Cardiologista e Diretor Geral da Unidade, “por não possuir eletrodos e não requerer incisão no peito do paciente, são mínimas as possibilidades de complicações após o implante desse microdispositivo cardíaco. Ademais, o Hospital Ana Nery tem entre os seus propósitos estar sempre proporcionando aos pacientes e profissionais oportunidades de acesso às mais novas tecnologias em saúde”, destacou.

Heart Team: Médicos do Ana Nery debatem casos complexos de pacientes

Heart Team: Médicos do Ana Nery debatem casos complexos de pacientes

Foi realizada na manhã da última terça-feira, 12 de março, mais uma reunião semanal do Heart Team (Time do Coração) do Hospital Ana Nery.

Formada por equipes de cirurgiões cardíacos, anestesistas, cardiologistas clínicos, hemodinamicistas, enfermagem especializada, engenharia clínica e direção médica, o Heart Team tem como foco discutir os casos mais complexos, nos quais a decisão de intervir de forma percutânea ou cirúrgica não está clara.

Na terça (12/03), foram discutidos os casos de uma mulher (59 anos) e de três homens (55, 68 e 75 anos).

Nas reuniões do Heart Team, cada apresentação é liderada pelo clínico líder da enfermaria, com a apresentação feita pelo residente. Todos podem opinar e, em caso de não haver consenso, o clínico líder pode conduzir de forma orientada pelos melhores interesses do paciente e sua família.

Para casos mais avançados, há a participação da equipe especializada de cuidados proporcionais e paliação.

Além disso, todas as reuniões são registradas e compõem um acervo para pesquisa e consulta de casos complexos conduzidos pelo hospital.

 

Confira a decisão do caso apresentado na reunião anterior (05/03/24):

Homem, 68 anos, com diagnóstico de Doença Arterial Coronariana (DAC) estável – acometimento triarterial; Insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (ICFER 33 > 38%) de etiologia isquêmica; Insuficiência Mitral (IM) moderada secundária; Doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC); Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS); Dislipidemia (DLP).Proposta do médico assistente: Tratamento Clínico.

Decisão do Heart Team: Diante de doença pulmonar, disfunção ventricular esquerda com fração de ejeção reduzida e lesões desfavoráveis para abordagem percutânea, optou-se por seguir em tratamento clínico de acordo com opinião do médico líder, por consenso.

Homem, 56 anos, com diagnóstico de Infarto Agudo do Miocárdio (IAMSST) em 30/12/2023 – Killip II; Doença Arterial Coronariana (DAC) biarterial; Insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (ICFER 26% S); Hipertensão arterial sistêmica (HAS), Diabetes Mellitus (DM) – dor neuropática; Insuficiência Mitral (IM) discreta; Transtorno de ansiedade; Ex-tabagista. Proposta do médico assistente: Cirurgia de Revascularização do Miocárdio.

Decisão do Heart Team:Diante de paciente jovem, funcional e lesões factíveis de abordagem, definido por seguir com cirurgia de revascularização do miocárdio de acordo com opinião de médico líder, por consenso.

Mulher, 75 anos, com diagnóstico de Doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) grave; Doença Arterial Coronariana (DAC) triarterial; Angina instável; Hipertensão arterial sistêmica (HAS); Insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (ICFER: 64%); Dislipidemia; Diabetes Mellitus (DM); Passado de Acidente Vascular Cerebral (AVC) com sequela de amaurose à esquerda e passado de Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) em 2012. Proposta do médico assistente: Tratamento Clínico.

Decisão do Heart Team: Diante de paciente idosa, obesa, com doença pulmonar grave e com alto risco de complicações, desfavorável para abordagem percutânea, definiu-se por tratamento clínico de acordo com opinião do médico líder, por consenso.


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