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Gestão da Tecnologia da Informação

Benefícios do uso de sistemas de informação na gestão Hospitalar

Redução de erros médicos:

Sistemas de informação como PEP ( Prontuário Eletrônico do Paciente ) com inteligência clínica geram em tempo real alertas à equipe médica e de enfermagem, impedindo erros com interações medicamentosas, superdosagens, reações alérgicas, droga x diagnósticos, droga x resultado de exame e drogas x nutrientes, troca de medicamentos entre pacientes, administração das medicações em horários errados, atraso na checagem das medicações ou até mesmo a falta da prescrição de um exame para determinar o diagnóstico do paciente.

Visão Integral sobre os processos internos:

Um software de gestão hospitalar proporciona aos tomadores de decisão ter uma visão completa de todos os processos internos da instituição, passo inicial para otimizar procedimentos administrativos e dar mais dinamismo ao workflow. Reduzir o tempo de fechamento das contas, assegurar o ciclo correto de compras, reduzir as glosas hospitalares: quem conhece seu ambiente corporativo gerencia com excelência, o que é fundamental para manter a saúde da própria instituição.

Confiabilidade e Segurança no acesso das informações:

Informações clínicas e administrativas armazenadas em nuvem ou servidores locais, facilitando seu acesso por meio de qualquer dispositivo que conte com sinal de internet ou acesso permita acesso a rede interna.

Entretanto, por mais que isso possa gerar uma certa desconfiança a respeito da segurança dos dados, vale adiantar que todas as informações podem ser devidamente criptografadas, impedindo sua visualização por pessoas não autorizadas. Certificados digitais, backups e autenticação de dois fatores são outros dos muitos recursos de proteção que fazem dos registros hospitalares digitais muito mais seguros que anotações gravadas em planilhas, editores de textos, documentos em papel ou sistemas sem integração.

 

 

Doação de Orgãos

“Não basta querer, tem que falar”. Com esse slogan, a Secretaria da Saúde do Estado, por meio da Central Estadual de Transplantes, está realizando diversas atividades para assinalar o Setembro Verde, mês dedicado ao incentivo à doação de órgãos. O principal objetivo da programação é conscientizar a população para a importância de ser doador, com a finalidade de ajudar pessoas que lutam por uma oportunidade de salvar suas vidas.

A coordenadora da Central Estadual de Transplantes, a enfermeira Carolina Sodré, explica que atualmente o índice de recusa familiar para a doação de órgãos está em torno de 68%, “o maior dos últimos 10 anos”. Para Carolina Sodré, a pandemia da Corona-19 é um dos principais fatores para essa recusa.

Esse ano, de janeiro a agosto, foram contabilizadas 68 doações de múltiplos órgãos e 255 de córnea, em comparação com o ano anterior, quando foram 85 doações de múltiplos órgãos e 288 de córneas. As doações verificadas esse ano possibilitaram a realização de 248 transplantes de córnea, 26 de fígado, 147 de rim. A fila de espera, no momento, é de 22 pessoas para transplante de fígado, 1049 de rim e 893 de córneas.

“Além do mês de setembro, que é dedicado a intensificar as ações de mobilização para a doação de órgãos, durante todo o ano a Sesab trabalha buscando ampliar a captação de órgãos” pontua Carolina Sodré, acrescentando que a redução no número de transplante de córneas deveu-se, principalmente, à determinação do Ministério da Saúde, que em função da pandemia da Covid-19 determinou a suspensão dos transplantes de córnea durante 7 meses.

Programação

Para marcar o Setembro Verde, estão sendo realizadas atividades voltadas para os profissionais de saúde das unidades hospitalares da rede estadual; publicação de informações nas redes sociais voltadas para a população em geral; “lives” para tirar dúvidas da população. Também foi realizado o 7º Encontro de Clínicas de Transplante Renal, com a presença de representantes de diversos municípios; palestras em hospitais e o 7º Encontro de Comissões Intra Hospitalares de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (CIHDOTTs), no próximo dia 26, no auditório da Escola Estadual de Saúde Pública. Também fizemos parceria com as 20 policlínicas do Estado que este ano vão desenvolver atividades de sensibilização e incentivo à doação de órgãos voltadas para profissionais e população.

O processo de doação é iniciado com a identificação de um potencial doador nas unidades hospitalares. Após criteriosa etapa de exames e avaliações é efetuado o diagnóstico de morte encefálica. Confirmada a morte encefálica os familiares são informados sobre o óbito do paciente e uma equipe especializada e treinada, presta apoio emocional à família e oferece a possibilidade de doação de órgãos e tecidos. Com o consentimento familiar procede-se a retirada dos órgãos e tecidos doados.

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